quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

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sábado, 25 de maio de 2013

Cuidado ao escolher seu carro

Neste domingo (12), enquanto boa parte dos brasileiros celebrava o Dia das Mães e/ou acompanhava, na TV ou nos estádios, a decisão dos campeonatos estaduais de futebol, a imprensa internacional descobriu, reproduzindo texto da agência AP (Associated Press), que o carro feito e vendido no Brasil é inseguro.
Na reportagem, assinada por Bradley Brooks e intitulada "Carros fabricados no Brasil são mortais", dados sobre vendas crescentes de carros de passeio no país (puxadas pela "nova classe média", segundo o autor), números sobre acidentes de trânsito (com mortos e feridos) do Ministério da Saúde e da própria AP e resultados das três edições do Latin NCAP (a versão local do programa independente de segurança automotiva) são comparados para se chegar a um resultado já apontado por UOL Carros: carros feitos no Brasil não atendem minimamente a requisitos internacionais de segurança, ainda que suas versões fabricadas e vendidas no exterior (nos casos aplicáveis) se saiam bem.
Esta conclusão da reportagem da AP não traz novidade em si, ainda que apenas agora o mercado desenvolvido pareça ter acordado à realidade  dos mercados emergentes. Ela é, de fato, similar àquela apontada anteriormente, em novembro de 2012, pelo Latin NCAP. De acordo com os organizadores do programa de segurança para Brasil e América Latina, "os carros mais populares estão 20 anos atrasados em comparação aos dos países industrializados, e abaixo dos padrões globais" (releia aqui a reportagem).
Na ocasião, UOL Carros ressaltou a medíocre condição de segurança de modelos fabricados no Brasil com o exemplo do Renault Sandero: produzido no Paraná, o hatch obteve apenas uma estrela no teste de impacto, enquanto o modelo original, o Sandero feito pela romena Dacia, obteve em 2008 (ano de seu lançamento) três estrelas em segurança geral e quatro para crianças, no Euro NCAP.
Em carros mais instáveis e menos seguros, cresce o perigo para motoristas e ocupantes, lembra também o texto da AP: "Carros com estrutura mais fraca e coluna de direção frágil propiciam o choque do volante contra o peito e abdômen do motorista em colisões frontais, a forma mais comum e mortal de trauma, causando sérios danos aos órgãos vitais". Além disso, a reportagem aponta que peças e pedaços de painéis mal construídos "flutuam" no interior da cabine após a colisão e podem se converter em projéteis perigosos, ferindo gravemente os ocupantes.
http://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2013/05/13/imprensa-internacional-descobre-que-carro-brasileiro-e-inseguro.htm

terça-feira, 9 de abril de 2013

Esta com medo de dirigir?? A Historia de Madalena




Madalena recebeu a maior oportunidade profissional de sua vida: gerenciar uma equipe de representantes de uma indústria de cosmético. O salário quadriplicaria. Hospedagem seis estrelas. Um carro importado zerinho para viajar de uma região a outra semanalmente. Era felicidade o que ela deveria sentir; em vez disso, sentiu o peito esmagado por um caminhão. Teve de dizer “não, obrigada. Não sei dirigir”.

O gerente de Madalena riu. “Ok, damos um mês para você tirar sua habilitação”. Ele não estava entendendo. Dirigir era algo que ela nunca faria na vida. Não sentia que tinha nascido para a coisa. Diante de um volante, seus braços amoleciam, ficavam sem circulação.

Já sofreu acidente de carro, Madalena? Não. Já viu alguém morrer no carro, Madalena? Não. Já foi atropelada, Madalena? Não. Então, Madalena, o seu medo é de assumir a direção da sua vida. Tire férias e pense. Procure uma auto escola. Volte com a habilitação.

“Medo de assumir a direção da sua vida”. Todo mundo diz isso para quem tem medo de dirigir. Ela se lembrou como se nunca tivesse esquecido. Quando criança, lá pelos seis ou sete anos, Madalena adorava carros. Especialmente o carro do tio, aquela máquina mágica que a levava ao encontro dos primos nas férias. Pedia ao tio para ficar dentro dele, na garagem. Sonhava em guiar aquela coisa o mais rápido possível.

Era anos 80, ok. O tio deixava. Mas o primo mais velho, não. Ele dizia que sem ele era perigoso. De súbito, ela viu, ela estava sobre o colo do primo, subjugada pelo prazer dele.

Não sabe ao certo quantas vezes foram, que ameaças ouviu para manter o silêncio por tantos anos. Recordava-se, porém, que, numa das tentativas de fuga, ele pressionou seus braços com tanta força que dedos vermelhos afloraram na pele branca. Era uma lembrança sem airbag. Esborrachou-se nela.


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